quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Renascimento

 Renascimento, Renascença ou Renascentismo são os ter usados para identificar o período da História da Europa aproximadamente entre fins do século XIV e inicio do século XVII. 


O renascimento foi um movimento cultural e artístico, de raiz racionalista, humanista e individualista, que ocorreu na Europa durante os seculos xv e xvi, e que teve a sua principal fonte de inspiração no mundo clássico, greco-romano, e nos movimentos de expansão geográfica e comercial dos fins da Idade Média ocidental.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Humanismo

O Humanismo é a filosofia moral que coloca os humanos como principais, numa escala de importância. É uma perspectiva comum a uma grande variedade de posturas éticas que atribuem a maior importância à dignidade, aspirações e capacidades humanas, particularmente a racionalidade. Embora a palavra possa ter diversos sentidos, o significado filosófico essencial destaca-se por contraposição ao apelo ao sobrenatural ou a uma autoridade superior. No século XIX, o humanismo tem sido associado ao anti-clericalismo herdado dos filósofos Iluministas do século XVIII. O termo abrange religiões não teístas organizadas, humanismo é uma postura de vida humanista.






terça-feira, 12 de outubro de 2010

Imagens pinturas e música do renascimento





Classicismo

O classicismo é um movimento cultural que valoriza e resgata elementos artísticos da cultura clássica (greco-romana). Nas artes plásticas, teatro e literatura, o classicismo ocorreu no período do Renascimento Cultural (séculos XIV ao XVI).


domingo, 10 de outubro de 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

Estrutura interna e estrutura de Os Lusíadas e análise

Proposição

Canto I, est. 1-3, em que Camões proclama ir cantar as grandes vitórias e os homens ilustres - “as armas e os barões assinalados”; as conquistas e navegações no Oriente (reinados de D. Manuel e de D. João III); as vitórias em África e na Ásia desde D. João a D. Manuel, que dilataram “a fé e o império”; e, por último, todos aqueles que pelas suas obras valorosas “se vão da lei da morte libertando”, todos aqueles que mereceram e merecem a “imortalidade” na memória dos homens.

Invocação
Canto I, est. 4-5, o poeta pede ajuda a entidades mitológicas, chamadas musas. Isso acontece várias vezes ao longo do poema, sempre que o autor precisa de inspiração:
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Tágides ou ninfas do Tejo (Canto I, est. 4-5);
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Calíope - musa da eloquência e da poesia épica (Canto II, est. 1-2);
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Ninfas do Tejo e do Mondego (Canto VII, est. 78-87);
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Calíope (Canto X, est. 8-9);
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Calíope (Canto X, est. 145).
Canto I, est. 6-18, é o oferecimento do poema a D. Sebastião, que encara toda a esperança do poeta, que quer ver nele um monarca poderoso, capaz de retomar “a dilatação da fé e do império” e de ultrapassar a crise do momento.
Termina com uma exortação ao rei para que também se torne digno de ser cantado, prosseguindo as lutas contra os Mouros.
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Exórdio (est. 6-8) - início do discurso;
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Exposição (est. 9-11) - corpo do discurso;
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Confirmação (est. 12-14) - onde são apresentados os exemplos;
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Peroração (est. 15-17) - espécie de recapitulação ou remate;
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Epílogo (est. 18) - conclusão.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

D. Manuel I

Dom Manuel I de Portugal (Alcochete, 31 de Maio de 1469  Lisboa, 13 de Dezembro de 1521) foi o 14.º Rei de Portugal, ascendeu inesperadamente ao trono em 1495 em circunstâncias excecionais, sucedendo ao seu primo direito João II de Portugal, de quem se tornara protegido. Prosseguiu as explorações portuguesas iniciadas pelos seus antecessores, o que levou à descoberta do caminho marítimo para a Índia, do Brasil  as ilhas Molucas, foram determinantes para a expansão do império português. Foi o primeiro rei a assumir o título de Senhor do Comércio, da Conquista e da Navegação da Arábia, Pérsia e Índia. Em 1521, promulgou uma revisão da legislação conhecida como Ordenações, que divulgou com ajuda da recente imprensa. No seu reinado, apesar da sua resistência inicial, cumprindo as cláusulas do seu casamento com Dona Maria de Aragão, viria a autorizar a instalação da inquisição. Com a prosperidade resultante do comércio, em particular o de especiarias, realizou numerosas obras cujo estilo arquitetónico ficou conhecido como manuelino.